Pintura do retrato de João Baião com a sua querida Mokita



No dia 14 de agosto de 2017 a autora Rosária Grácio esteve com os apresentadores João Baião e a Rita Ferro Rodrigues no Programa "Juntos à tarde" na SIC a falar do seu livro "Bia por um triz".



Estes dois apresentadores têm um grande amor pelos animais e por isso vamos dedicar este e o próximo artigos a fazer o retrato deles ao lado dos seus animais de estimação.

Vamos começar com João Baião. 



Pintar um retrato é pintar a personalidade de alguém!



Usamos a técnica mista sobre papel na pintura deste retrato. Esta técnica foi a utilizada na pintura das ilustrações do livro "Bia por um Triz".




O apresentador João Baião tem grande energia positiva. O sorriso e o abraço caloroso enche o ambiente que o rodeia com grande sensação de alegria.





Também é conhecido do público, o grande amor de João Baião pelos animais. Recentemente, a sua querida Mokita foi apresentada nas redes sociais e nota-se a grande alegria e o carinho entre os dois.




A amizade dos animais nota-se no seu olhar e na sua interação com os seus tutores.




A vivacidade nota-se na pintura deste retrato com o uso de cores quentes abrandadas com a tranquilidade dos azuis que irão emoldurar este retrato.





Aos poucos, o retrato transparece esta vida que é preciso haver na pintura de um retrato.





Os detalhes vão sendo desenhados e recolocados, pois a fisionomia de uma pessoa ou de um animal são sempre únicos e pessoais.





A pintura usa dos materiais utilizados para ficar mais translúcida sobre o papel. A partir do lápis de cor aquarelável, a água transforma a cor por meio de pinceladas enérgicas e rápidas. 






As expressões do rosto vão sendo pintadas em  várias fases para revelar as sensações e os sentimentos do retratado.





Nesta fase de finalização a pintura com pastel complementa e entrelaça os tons das cores. 





Assim terminamos o retrato de João Baião com a sua querida Mokita.



Brevemente, também pintaremos Rita Ferro Rodrigues!

Até o próximo artigo!


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Antologia de Poesia "Entre o Sono e o Sonho", Volume 8, 2017



Rosária Grácio, integrante do Gráccio Caetano Atelier e autora do livro "Bia por um triz" teve um dos seus poemas seleccionado para fazer parte da Antologia de Poesia "Entre o Sono e o Sonho" - Volume 8- 2017 da Chiado Editora.

Convido a todos para estarem presentes no dia 30 de setembro às 14:30hs no Teatro Tivoli em lisboa.

Os carregadores de cestos na vindima - Vídeo da obra e poema




Os carregadores de cestos nas vindimas
64 cm X 53cm
Óleo sob tela com moldura em madeira dupla
Ano: 1997

A força humana deste carregar
Lento por entre os bardos,
É duro trabalho, mas digno.
Humano suor de intenso ansiar
Banha a terra no erguer dos cestos
Com o levar dos frutos pequeninos, 
doirados e negros, tão doces enlevos …

Poema de Rosária Grácio
Obra original de Rosária Vilela 
Gráccio Caetano Atelier


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História da criação da obra "Musa do Douro"




Musa do Douro
118 cm X 90cm
Óleo sobre tela com moldura dupla
Ano 1994
Original de Rosária Vilela
Gráccio Caetano Atelier


A partir do ano de 1991, comecei a fazer exposições de pintura pelo Norte de Portugal. Durante estas viagens, tive a oportunidade de conhecer não só as paisagens maravilhosas do Douro e de Trás-os-Montes como também as suas tradições e formas de ver e viver o dia a dia a partir de cada terra, todas especiais e únicas.


Durante as exposições de pintura, deixava sempre um tempo para conhecer mais e mais cada terra que visitava.


Nas terras transmontanas, gostava muito de ouvir as histórias que se partilhavam nos convívios que aconteciam durante as exposições.


Desde as primeiras exposições, que pelos vários lugares que visitava, tirava fotos e a partir das experiências partilhadas, comecei a fazer desenhos, pinturas e  com estes, alguns poemas que traduziam tudo o que sentia e via sobre a riqueza da terra transmontana. 


Especialmente na terra dos meus pais - Sanfins do Douro - onde também realizei várias exposições de pintura, ainda mais ouvia as histórias dos meus familiares e amigos que mais livremente falavam do que é viver da vinha, esta luta árdua e por vezes, incerta.

Foi numa dessas conversas que ouvi um agricultor falar do quanto cada videira representava na cultura da vinha. E cuidar de cada videira com tanto carinho como que se de uma mulher se tratasse.



E assim fui concebendo  a Musa do Douro, em que um rosto de mulher emerge de uma videira como que sentada e bem acomodada entre as suas folhas.



A mulher olha para o céu, e dela pendem três cachos. O cacho central ainda verde é apenas o início da esperança que antecede cada vindima.




Para cada um dos lados, um cacho de uvas branco e outro de tinto, pois ambos fazem parte, cada qual, com a sua casta, seu sabor e força do que pode gerar uma videira.



Assim nasce "Musa do Douro", uma obra pintada com tinta óleo sobre tela com o seu respectivo poema que revela um pouco da criação desta obra:


Musa do Douro

Pensei ser uma mulher,
A paixão do agricultor,
Quase a musa dos antigos gregos
Só que envolta com a realidade
Rude do dia-a-dia do campo…

Esta silenciosa veneração
Por tenro e frágil ser,
Quase paixão,
Tão correspondida quanto vindimada…

Esta dama agarra à terra,
Homens vigorosos,
 Famílias inteiras ao trabalho árduo,
Suores sagrados
Que a chuva lava…
Esta dama colore o Douro,
Leva consigo o nome,
A razão deste povo transmontano.

Deixai que esta dama cubra o Douro!
Não lhes tires o nome, ó vales transmontanos!
Pela vindima, grita aos ventos,
Que és a musa do vinhateiro
Mãe deste verde ouro
Cujo o vinho apaixona o mundo inteiro…
(Poema de autoria de Rosária Grácio)

Veja o filme desta obra e respetivo poema em
Musa do Douro - Obra e poema de autoria de Rosária Vilela Grácio

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Musa do Douro - Vídeo e Poema da obra




Musa do Douro
118 cm X 90cm
Óleo sobre tela com moldura dupla
Obra original de Rosária Vilela
Gráccio Caetano Atelier

Ano 1994



Este quadro foi concebido após várias conversas informais da autora com alguns vinhateiros que partilharam, com orgulho, que a videira deve ser cuidada com muito carinho da mesma maneira como se deve cuidar de uma mulher que se ama.


Poema da obra:

Musa do Douro

Pensei ser uma mulher,
A paixão do agricultor,
Quase a musa dos antigos gregos
Só que envolta com a realidade
Rude do dia-a-dia do campo…

Esta silenciosa veneração
Por tenro e frágil ser,
Quase paixão,
Tão correspondida quanto vindimada…

Esta dama agarra à terra,
Homens vigorosos,
 Famílias inteiras ao trabalho árduo,
Suores sagrados
Que a chuva lava…
Esta dama colore o Douro,
Leva consigo o nome,
A razão deste povo transmontano.

Deixai que esta dama cubra o Douro!
Não lhes tires o nome, ó vales transmontanos!
Pela vindima, grita aos ventos,
Que és a musa do vinhateiro
Mãe deste verde ouro
Cujo o vinho apaixona o mundo inteiro…

(Poema de Rosária Grácio)



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A pintura de Santa Luzia


A pintura de Santa Luzia teve de se ater à história de sua vida. Todas as imagens sacras são pintadas com pormenores que possam contar de alguma maneira a história da vida dos santos que nelas são retratadas.

O nome Luzia deriva do latim e significa: Portadora da luz.

A ela são feitas orações de intercessão pela saúde dos olhos e este pormenor tem a haver com a história da sua vida.


Santa Luzia nasceu em Siracusa (Itália) no fim do século III e ela pertencia a uma família italiana e rica.


Na altura em que Luzia ainda discernia o que iria querer para a sua vida, foi com a sua mãe doente, em peregrinação ao túmulo da mártir Santa Águeda em Catânia. Durante esta peregrinação, ela pediu um sinal à mártir Santa Águeda de que se a sua mãe ficasse curada, isso seria um sinal que o casamento não seria a vontade de Deus para a sua vida, e que a partir de então ofereceria a Deus a sua virgindade, dedicando-Lhe a partir de então a sua vida.


No entanto, ela foi denunciada como cristã numa altura em que havia uma violenta perseguição aos cristãos. Foi presa e sujeita a sofrimentos que a obrigassem à renúncia da sua fé. Durante estes sofrimentos que lhe eram infligidos, foram-lhe arrancados os seus olhos, no entanto, nem isso a demoveu da sua firme vontade de ser cristã.


Conta-se que antes de sua morte, por decapitação, e mesmo após serem arrancados os seus olhos, disse diante dos que a martirizavam: “Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade”.


Por causa disso, a imagem de Santa Luzia carrega nas suas mãos uma bandeja ou cálice onde estão os seus olhos arrancados como confirmação da sua fidelidade a Cristo mesmo após terrível sofrimento.


Nas imagens de Santa Luzia, a túnica vermelha é o símbolo do martírio. Uma fita amarela aparece junto à túnica para indicar a proteção de Deus. O manto verde indica o triunfo da vida sobre a morte. A Santa segura uma palma que significa a triunfo e a vitória dos que deram a vida por Cristo. Seu véu branco simboliza a sua pureza porque usualmente na Bíblia o véu branco cobre o que é sagrado e o que é puro.

Tendo em consideração todos estes significados, a nossa pintura de Santa Luzia está vestida de branco que significa a sua pureza. No lado da palma e sobre a sua cabeça resplandece o amarelo que significa a proteção de Deus.


Os seus olhos olham em direção ao céu porque é para Deus que ela desejava dar a sua vida. Ela segura um cálice, o cálice do seu sacrifício, onde estão os seus olhos arrancados pelos que a martirizavam para a fazer deixar a sua firme fé cristã.


A sua túnica avermelhada que significa o seu martírio reflecte também a cor do céu, pois quem ama a Deus, oferece tudo o que sofre nesta terra porque o que mais ressoa nestes corações que amam a Deus é o seu amor às coisas do céu e não aos bens da terra.


O amarelo da proteção de Deus começa a emergir da palma do martírio que está na mão direita de Santa Luzia, e a partir daí inunda todo o seu semblante jovem, que livremente tem uma firme vontade de ser cristã.


Esta pintura foi feita com lápis de cor aguarelável e pastel seco sobre papel.

A pintura desta imagem de Santa Luzia resplandece que a fé transforma os males em bem. Efetivamente, mesmo sendo os seus olhos arrancados, as lendas contam que Deus a fez ter novos olhos milagrosamente, e assim continuar a ver. Por isso, esta Santa cristã católica é a santa intercessora junto de Deus especialmente nos pedidos de cura para as doenças dos olhos.

Eis a oração: 
Ó, Santa Luzia, que preferistes deixar que os vossos olhos fossem vazados e arrancados antes de negar a fé e conspurcar vossa alma; e Deus, com um milagre extraordinário, vos devolveu outros dois olhos sãos e perfeitos para recompensar vossa virtude e vossa fé, e vos constituiu protetora contra as doenças dos olhos, eu recorro a vós para que protejais minhas vistas e cureis a doença dos meus olhos. Ó, Santa Luzia, conservai a luz dos meus olhos para que eu possa ver as belezas da criação. Conservai também os olhos de minha alma, a fé, pela qual posso conhecer o meu Deus, compreender os seus ensinamentos, reconhecer o seu amor para comigo e nunca errar o caminho que me conduzirá onde vós, Santa Luzia, vos encontrais, em companhia dos anjos e santuário. Santa Luzia, protegei meus olhos e conservai minha fé. 

Bibliografia:
As imagens são os pormenores da pintura da obra "Santa Luzia" - Técnica Mista sobre papel - original de Gráccio Caetano - www.gracciocaetano.com

Pormenores da vida de Santa Luzia consultados em:

A oração foi retirada do site:

A oração de Santa Luzia pode ser vista e ouvida num pequeno filme no canal do youtube Rosária Grácio em:
www.youtube.com/

Pintando "Bia por um triz"...



Há alguns meses, Gráccio Caetano foi convidado para pintar um gato especial: Bia por um triz...




"Bia por um triz" conta a história de uma gata abandonada na rua que foi capaz de se apaixonar novamente pelos seres humanos.


Esta história baseou-se em factos reais, a partir da história de uma gata real: Bia.


A Bia foi adotada em 2013 e a sua história de superação marcou o coração dos seus tutores Rosária Grácio e Paulo Caetano.


Ao adotarem uma gata de rua, já adulta, os seus tutores perceberam o quanto estavam equivocados acerca dos muitos mitos que ainda existem com relação aos gatos.


Com tantos gatos abandonados nas ruas, a maioria deles, já em idade adulta, por vezes, ainda se pensa que um gato não se adaptará à sua nova casa, se for adotado já com certa idade.


A Bia se adaptou lindamente e já havia outra gata em casa, a Lady com quem também fez uma forte amizade.


Então Rosária Grácio escreveu "Bia por um triz" para sensibilizar as pessoas acerca da adoção de gatos adultos e que estão abandonados nas ruas.


Gráccio Caetano pintou as 21 ilustrações que fazem parte deste livro usando a verdadeira Bia como modelo.


No dia 26 de julho de 2017, pelas 18.30hs no Café Chiado Editora, o livro foi lançado após ser editado pela Chiado Editora.


Para a pintura destas ilustrações, Gráccio Caetano utilizou a técnica mista sobre papel com lápis aguarela, carvão, grafite, pastel e tinta acrílica.


Após o lançamento do livro, as 21 ilustrações continuarão em exposição no Café Chiado Literário - Porto até 27 de agosto de 2017.


Convido-te a conhecer "Bia por um triz":


Assista neste pequeno filme a pintura desta ilustração do livro "Bia por um triz".



Convido-lhe a conhecer as restantes ilustrações, visitando a nossa exposição que ficará patente ao público até o dia 27 de agosto de 2017, na Casa da Boavista - Café Literário Chiado Porto Av. da Boavista 919 - Porto.






Neste momento, o livro "Bia por um triz" encontra-se à venda em Portugal e no Brasil pelo site on line da Chiado Editora em :

O livro já se encontra também à venda on line em 



Este livro já pode ser encontrado nas seguintes livrarias: