Arte com Alma

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Pescadores



Pescadores

70 cm X 90 cm
Técnica Mista sobre tela

Ano 2008

Nesta tela, Gráccio Caetano retrata os pescadores com suas feições e mãos vigorosas, porque no mar só vencem os fortes guerreiros.  


Os pescadores olham firmes para a frente porque desafiam a incerteza do mar com a sua própria vida.


O barco está esculpido na tela navegando da noite sombria para o amanhecer da madrugada fria. 


Uma rede sai das mãos dos pescadores e cai sobre o mar. Esta rede nos foi dada por um pescador da zona do Porto simbolizando a faina de todos os pescadores.



Para esta obra, Rosária Grácio fez o seguinte poema:

"As mãos dos pescadores
Contam as memórias
Da sua árdua luta no mar…
Longas noites sem glórias
Banhadas pelo frio luar…
Cruéis interrogações
Enchem as redes pela manhã…
Inquietações arfam no peito
Com tantas esperanças vãs…
Viver desta faina, é eterno pleito.
Só por cega paixão,
É que avança o barco no mar,
E toda a pena amaina…"



Para saborear melhor esta obra e o seu poema convidamos-lhe a assistir o vídeo que fizemos onde poderá sentir um pouco do que em Gráccio Caetano sentiu ao realizar esta linda obra.



As imagens são pinturas originais de Gráccio Caetano. Visite a galeria virtual de Gráccio Caetano e conheça a sua Arte com alma em:


Para mais informações, contacte-nos!
912193988 
gracio.vilela.caetano@gmail.com



O Senhor do Padrão - Matosinhos



Senhor do Padrão

30 cm X 30 cm
Técnica Mista sobre Tela
Ano 2008
Obra original de Gráccio Caetano




Neste artigo, continuamos a apresentar as nossas obras relativas a Matosinhos.



Na sequência do “Senhor de Matosinhos”, cujas as lendas envolveram o povo não só de Matosinhos, mas também de Portugal e do mundo inteiro, eis que o local onde esta imagem apareceu foi assinalado com um zimbório, para que tal acontecimento fosse eternizado no tempo.


Este monumento que atualmente chama-se “Senhor do Padrão” foi construído no século XVIII e já foi conhecido também por “Senhor do Espinheiro” ou “Senhor da Areia”.

Na altura da sua construção, só por ali havia o areal, estando este monumento sagrado visível a muitos quilómetros não só de quem estava em terra como de quem vinha do mar.


Apesar de atualmente haver uma grande quantidade de prédios a tentar esconder este lugar tão especial de Matosinhos, quem ali vai, sente uma força especial de vários séculos de devoção religiosa, especialmente dos pescadores de Matosinhos e das suas famílias. 


No dia 1 de novembro, todos os anos, este monumento vê-se rodeado por milhares de velas que ardem em memória dos muitos pescadores que morreram no mar.


Por causa desta sua força que emerge deste monumento, Gráccio Caetano dedicou-lhe uma obra, fazendo-o o centro da tela, aliás, este ocupa todo o espaço da tela.



O que Gráccio Caetano quer transmitir, antes de mais, é esta dinâmica que cresce da terra de Matosinhos e nos visita por meio deste monumento "Senhor do Padrão".


O monumento ergue-se da pequena tela e parece crescer do seu pequeno espaço onde está inserido, como agora está este monumento em Matosinhos, rodeado de tantos prédios que quase o abafam.


Mas o que é certo, é que mesmo neste pequeno espaço, ele parece falar-nos da sua história, quase se ouvem os gemidos e os gritos, dos que um dia no mar submergiram. 

Ao mesmo tempo, a imagem do Senhor de Matosinhos desenhada ao centro, acalma os espíritos e dá-nos a paz. 


O centro, onde Cristo habita, abraça todas estas almas e conforta as que ficaram. Nada mais resta, apenas esta esperança da eternidade além da morte que sobe ao céu, como sobe o fumo das velas que lá se acendem.



O monumento foi esculpido na tela sem qualquer vontade de ser uma réplica matemática do real pois não é este o objetivo de Gráccio Caetano.


O que Gráccio Caetano deseja transmitir é antes de mais, esta força que cresce da terra, erguida em pedra, resistente às intempéries, centrada na imagem do Senhor do Padrão que lá se recolhe para também acolher e abraçar a quem o visita.


Para esta obra Rosária Grácio escreveu o seguinte poema:

“Há muitos anos, no areal estavas só…
Mesmo ao longe, muita devoção acendias
Tanto do mar como da terra, todos te viam
Eras farol da esperança
Para qualquer embarcação que por cá aparecia.

Agora escondido entre os prédios novos
Ainda não está esquecida a tua história,
O Senhor do Padrão ama o seu povo
E este guarda-lhe eterna memória…”





Para saborear melhor esta obra e o seu poema convidamos-lhe a assistir o vídeo que fizemos onde poderá sentir um pouco do que em Gráccio Caetano sentiu ao realizar esta linda obra.





Bibliografia:

Os pormenores históricos do monumento “Senhor do Padrão” foram consultados em:
www.cm-matosinhos.pt


Os artigos deste blogue que falam do "Senhor de Matosinhos" com as suas lendas podem ser lidos em:

O Senhor de Matosinhos - Parte I

O Senhor de Matosinhos - Parte II


O Senhor de Matosinhos - Parte III


Lendas de Matosinhos




As imagens são pinturas originais de Gráccio Caetano. Visite a galeria virtual de Gráccio Caetano e conheça a sua obra e Arte com alma em:
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Lendas de Matosinhos

Lendas de Matosinhos -original de Gráccio Caetano

Lendas de Matosinhos

70 cm X 60 cm
Técnica Mista sobre Tela

Ano 2008



Depois de partilhar em artigos anteriores, algumas das lendas do Senhor de Matosinhos, apresento-vos a obra original de Gráccio Caetano "Lendas de Matosinhos". 


Esta obra foi concebida a partir das histórias e lendas de Matosinhos.


Alguns dos pormenores deste quadro se encontram em alto-relevo. 




Na foto acima mostra quando ainda estávamos a moldar o "Senhor do Padrão" na tela e percebe-se claramente que alguns pormenores foram esculpidos na tela, tornando-se palpáveis.



Se lerem os nossos artigos referentes às lendas de Matosinhos, todas as histórias centram-se no local onde a imagem do Senhor de Matosinhos foi encontrado que ainda hoje destaca-se: Senhor do Padrão.



A vida dos que vivem em Matosinhos estão interligadas com as atividades ligadas ao mar, e no quadro observam-se os barcos, as peixeiras e os pescadores, todos envoltos num círculo de atividades que dependem umas das outras. 




Este círculo que vem e leva-nos novamente ao mar está presente neste quadro, num movimento de alegrias e dores que acompanham as dádivas e também as perdas que o mar traz.





Para esta obra, Rosária Grácio escreveu o seguinte poema:


Contam-se muitas lendas por estes lados,
Do Senhor de Matosinhos
Dos trágicos naufrágios

Dos pescadores que iam e vinham
Com milagres após os piores presságios… 
São tradições de um povo nascido no mar
Que as lendas abraçam para dar-lhes coragem…
Enaltecem as mãos calejadas com um rico cabaz
Levado por Pés firmes sob a areia fina destas praias…

 (Poema de autoria de Rosária Grácio)


Este poema e pormenores da obra "Lendas de Matosinhos" estão disponíveis para serem vistos no seguinte filme do canal do Youtube de Rosária Grácio em :
Lendas de Matosinhos - Obra original de Gráccio Caetano

Os artigos deste blogue que falam do "Senhor de Matosinhos" com as suas lendas podem ser lidos em:
O Senhor de Matosinhos - Parte I

O Senhor de Matosinhos - Parte II

O Senhor de Matosinhos - Parte III




As imagens são pinturas originais de Gráccio Caetano
www.gracciocaetano.com


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Lendas de Matosinhos - O Senhor de Matosinhos (Parte III)

Pormenor da Obra "Lendas de Matosinhos" Original de Gráccio Caetano sobre tela


A imagem do  Senhor de Matosinhos que no areal desta terra, veio visitar este povo, sempre foi o Senhor de todas as gentes. Quando a situação de crise atingia várias cidades, faziam-se procissões e preces públicas unindo não só o povo de Matosinhos, mas também Porto, Gaia e Maia numa mesma devoção ao Senhor de Matosinhos. Ainda hoje a devoção ao Bom Jesus de Matosinhos chama pessoas dos vários pontos do país e também do mundo.

Esta devoção tem provas documentais e históricas desde 1342, porém, já antes desta data, as lendas contam que desde à muito, o Bom Jesus chamava muitas pessoas, especialmente as mais simples e as que viviam das fainas do mar. Desde sempre, são feitas promessas, ofertas de velas e figuras de cera, um eterno número de agradecimentos por graças recebidas.


Pormenor da Obra "Lendas de Matosinhos" Original de Gráccio Caetano sobre tela

Quando eram salvos de um naufrágio, os marítimos de várias zonas do litoral norte do país, faziam romagens ao Bom Jesus de Matosinhos, oferecendo-Lhe as velas das suas embarcações, quando os seus navios partiam para longas viagens e pagavam tributo ao Bom Jesus de Matosinhos, quando eram salvos de uma eminente tragédia, poupando as suas vidas.

Igreja Paroquial de Matosinhos - Pintura sobre azulejo - Original de Gráccio Caetano


A primeira Festa foi em 1732 e durou três dias e teve lugar na segunda oitava do Espírito Santo. Começou no domingo e terminou na terça-feira, dia em que, segundo a tradição, apareceu a imagem. 


Senhor de Matosinhos - Técnica mista sobre tela - Original de Gráccio Caetano


No quadro "Senhor de Matosinhos", Gráccio Caetano coloca o Jesus crucificado com certos pormenores em alto-relevo: o cabelo, os dedos das mãos e dos pés, as feridas dos cravos, o manto que lhe cobre a cintura e parte das pernas e parte das esculturas de Nicodemos e José de Arimateia.

Não foi pintada a cruz, antes optou-se por colocar Jesus sobre um imenso azul escuro que significa o céu infinito do universo inteiro.

Jesus abraça o mundo inteiro com a sua paixão e recorda-nos que as suas chagas podem ser tocadas por quem for descrente.

José da Arimateia e Nicodemos representam todos os que seguem Jesus, com ações concretas. Foram eles que foram buscar o corpo de Jesus para ser sepultado, apesar daquele corpo ser de um condenado pelo seu tempo. Eles não temeram as represálias dos seus compatriotas judeus e ousaram dar um sepulcro digno a um crucificado condenado pelos romanos.

O manto branco que cobre a cintura de Jesus emerge da tela, lembra o sudário que o cobriu por inteiro na sepultura, invoca a Ressurreição de Jesus e a sua Presença Eterna entre os crentes e não crentes, pelos séculos sem fim.

Para além deste quadro, Gráccio Caetano dedica outras obras a Matosinhos, duas elas estão especialmente centradas no "Senhor do Padrão".


O Senhor do Padrão é um zimbório datado do século XVIII, onde, segundo a lenda, apareceu a imagem do Senhor de Matosinhos. Este local que a religiosidade popular não deixou em vão, permaneceu na memória deste povo, de geração a geração até os nossos dias. No próximo artigo falaremos deste lugar especial mais em pormenor.

"Lendas de Matosinhos" - Técnica Mista sobre tela - Original de Gráccio Caetano

Veja o nosso vídeo da nossa obra: 
"Lendas de Matosinhos" 
em:



Bibliografia:


Veja o vídeo "Lenda do Senhor de Matosinhos" do Programa da RTP - O Senhor de Matosinhos - Horizontes da Memória. O prof. José Hermano Saraiva conta-nos a história de Portugal a partir das principais regiões do nosso pais. Desta vez, sobre Matosinhos e a Lenda do seu padroeiro - o Senhor de Matosinhos. - www.Youtube.com/

Os pormenores históricos foram consultados em 


As imagens das pinturas são obras originais de Gráccio Caetano
www.gracciocaetano.com


Conheça no nosso site, as nossas obras dedicadas a Matosinhos em:
www.gracciocaetano.com/matosinhos


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As lendas de Matosinhos - O Senhor de Matosinhos (Parte II)


No ultimo artigo, começamos a contar as lendas que nos dizem um pouco da história do “Senhor de Matosinhos” que pode ser visto no altar da Igreja Paroquial de Matosinhos.

As lendas contam que das várias imagens esculpidas por Nicodemos, que foram lançadas ao mar, por causa da violenta perseguição que por lá havia aos cristãos na Palestina, no tempo de Jesus; uma delas veio parar ao areal de Matosinhos.

Este grande acontecimento foi tão importante para este povo, que a sua data foi para sempre lembrada e fixada na história desta localidade. Foi a 3 de maio do ano de 124 que a escultura de Jesus crucificado em tamanho natural veio dar à costa em Matosinhos, mais precisamente no Lugar do Espinheiro.

Quando foi encontrada, o povo recolheu-a com grande cuidado, levando-a para uma igreja, a de Bouças. Por este motivo, a referida imagem vai ser inicialmente chamada de Bom Jesus de Bouças. Só a partir do século XVI esta imagem terá o nome de Senhor de Matosinhos.

Mas, antes de prosseguirmos, ainda mais há a contar da imagem de Jesus crucificado quando cá chegou a Matosinhos. A imagem não tinha um dos braços e para que a mesma fosse composta, foi pedido aos melhores artífices daquele tempo que fizessem um braço para a imagem. 


No entanto, apesar de todos os esforços e por vários motivos, ou que pela madeira não ser igual ou porque simplesmente não se encaixava, pois mesmo que um novo braço lá fosse aplicado, no dia seguinte já se encontrava solto.

Por cerca de 50 anos, a imagem ficou assim, sem aceitar qualquer novo braço que lhe fosse aplicado.

Então conta a lenda que numa manhã, uma pobre mulher que era mãe de uma surda-muda, foi recolher lenha à praia de Matosinhos, no mesmo Lugar do Espinheiro, onde há 50 anos tinha sido recolhida do mar, a imagem do Bom Jesus de Bouças. Na altura de tempestade, o oceano trazia para o areal pedaços de madeira, e a pobre mulher assim os levava à casa para acender o fogo da cozinha.


Acendido o lume, lá se pôs a mulher a alimentar o fogo com os gravetos que tinha trazido do areal. A dado momento, agarrou num grande pedaço de madeira comprida e atirou-o também ao fogo. Porém, este comprido lenho saltava para fora do lume, e por várias vezes a pobre mulher e algumas vizinhas o tentaram também, contudo, logo o lenho saltava da lareira. 

Entretanto, a filha surda-muda que ali estava, falou que aquela madeira comprida era o braço que faltava ao Bom Jesus de Bouças.

Perante o milagre de uma surda-muda falar, as mulheres agarraram aquele pedaço de madeira e levaram-no à Igreja de Bouças e lá então se certificaram que a surda-muda tinha falado a verdade. 


O braço se encaixou de imediato na escultura que desde então, nunca mais foi possível perceber qual o braço que estivera tantos anos em falta. E depois deste dia, mais se multiplicaram os milagres atribuídos ao Senhor de Matosinhos.

Foi no século XVI que a imagem saiu de Bouças para Matosinhos.

Aliás, a Festa dedicada ao Senhor de Matosinhos iniciou-se em 1732 por altura da inauguração das obras da Igreja Nova. Durou três dias e teve lugar na segunda oitava do Espírito Santo. Teve início no domingo e terminou na terça-feira, dia em que, segundo a tradição, apareceu a imagem.

Ainda hoje, a romaria e as festas do Senhor de Matosinhos atraem muitos peregrinos de todas as partes de Portugal, e talvez, até pudéssemos dizer, que do mundo inteiro já muitos vêm a esta festa, que atualmente dura várias semanas.

No próximo artigo iremos falar da romaria do Senhor de Matosinhos, do porquê de tanta gente vir a esta terra como peregrino, e de como esta imagem de Senhor crucificado foi sempre, uma devoção das gentes que vivem da faina do mar…

E ainda mais iremos falar do local onde foi encontrada a imagem do Senhor de Matosinhos que ainda hoje lá se pode ver e sentir onde todas estas lendas começaram ...





Bibliografia:

Pormenores das lendas e história do Senhor de Matosinhos consultados em:

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As lendas de Matosinhos - O Senhor de Matosinhos (Parte I)



Na Igreja paroquial de Matosinhos vê-se no altar central uma imagem de Jesus crucificado em madeira que, segundo as várias lendas que por estes lados se contam, corresponde a uma das imagens mais antigas que existem de Jesus Cristo.

Aliás, segundo a lenda, este Cristo foi esculpido pelo próprio Nicodemos que trabalhava muito bem a madeira. 

Nos Evangelhos, Nicodemos foi um dos levaram o corpo de Jesus para a sepultura:

“Depois disto, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus, mas secretamente por medo das autoridades judaicas, pediu a Pilatos que lhe deixasse levar o corpo de Jesus. E Pilatos permitiu-lho. Veio, pois, e retirou o corpo. Nicodemos, aquele que antes tinha ido ter com Jesus de noite, apareceu também trazendo uma mistura de perto de cem libras de mirra e aloés. Tomaram então o corpo de Jesus e envolveram-no em panos de linho com os perfumes, segundo o costume dos judeus. No sítio em que Ele tinha sido crucificado havia um horto e, no horto, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. Como para os judeus era o dia da Preparação da Páscoa e o túmulo estava perto, foi ali que puseram Jesus.” (São João 19, 38-42)


E com base na imagem deixada no Santo Sudário, que envolveu o corpo de Jesus no seu sepulcro, Nicodemos fez várias imagens do Cristo na cruz, trabalhadas em madeira que alguns dizem ter sido cinco. 

Por essa altura, havia uma violenta perseguição aos cristãos por parte dos romanos e dos judeus. Por causa disso, Nicodemos, para que não fosse acusado como cristão, jogou todas as imagens no mar, sendo que uma delas veio parar aos mares que beijam a praia de Matosinhos.

Apesar de alguns dizerem que Nicodemos fez apenas cinco imagens de Jesus crucificado, outros dizem que é desconhecido o número exato de imagens que foram jogadas ao mar, pois contam-se mais de 20, as imagens de Cristo na cruz, com lendas semelhantes a esta de Matosinhos, na costa mediterrânea, em Portugal, sul da Espanha e Galiza.

Contudo, a mais antiga considera-se esta, que aqui está em Matosinhos, em que o Cristo está em tamanho natural.

Mas como esta imagem lançada ao mar chegou a Matosinhos?

No próximo artigo deste blogue, continuaremos a contar mais lendas de Matosinhos…




Bibliografia:

Pormenores das lendas de Matosinhos consultados em:

O trecho bíblico foi consultado em:

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